Truques e Dicas  -  Programa WinZip ou outros, para compressão e empacotamento de ficheiros
Pacotes .zip  .tar  .rar  .7z   etc.


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Nota prévia: estas instruções foram preparadas para o sistema operativo Windows 98 SE inglês, visando a utilização do WinZip. As diferenças para outros programas idênticos ou para sistemas operativos mais recentes não justificam reescrever tudo... Acho eu... :-)


1. Vantagens do programa
de compressão e empacotamento

O programa WinZip ou o seu concorrente directo WinRAR são shareware - podem ser obtidos gratuitamente na net, para avaliação, após o que se deve comprar uma licença (ou ir dizendo que quer continuar a avaliar...)


Como alternativa, completamente grátis, sugiro o IZArc ou o ZipGenius.

A instalação de qualquer deles é rápida e fácil, toda automatizada.

Estes famosos utilitários dão-nos estas vantagens principais:

a) Comprimir ficheiros: quando colocamos num pacote uma fotografia (imagem .jpg) ou uma apresentação Powerpoint, o seu tamanho fica pouco ou nada reduzido, porque aqueles formatos já são condensados. Mas um documento de texto (Word ou Notepad) pode ser reduzido para 15 ou 20% do seu tamanho original, sem perder nada de conteúdo, qualidade ou formatação! Isso é extremamente útil quando queremos fazer cópias de segurança ou enviar ficheiros por email.

b) Reunir ficheiros
: num único pacote podem ser colocados vários ficheiros de qualquer tipo, como se fosse uma pasta - isto também pode ser muito vantajoso para, por exemplo, fazer cópias de segurança ou enviar ficheiros por email.

c) Contornar filtros de segurança: alguns servidores simplesmente recusam-se a receber alguns tipos de ficheiros, sobretudo os executáveis (.exe), porque acham que podem conter virus. Isso impede-nos de enviar ficheiros desses por e-mail, mas se o empacotarmos, passa sempre! A responsabilidade é sua se enviar o que não deve, e é sua se abrir um pacote duvidoso...
Mais sobre filtros de segurança: há serviços de mail que não deixam enviar executáveis nem mesmo dentro de um pacote zip! Neste caso, use um  meio diferente - ou então mude provisoriamente o nome para programa.exa e diga ao destinatário para voltar a mudar para exe
 

2. Usar o Windows Explorer

O Explorador do Windows é o programa que nos permite "navegar" nos discos do nosso sistema para ver o seu conteúdo, copiar, transferir, eliminar ficheiros, etc. Para o iniciar existe quase sempre um atalho no Desktop (Ambiente de Trabalho) ou em Start / Programs (Iniciar / Programas), mas se não o vir pode ir a Start / Run (Iniciar / Executar), escreva Explorer e clique no OK! O Windows sabe muito bem onde o encontrar...

As Views (Vistas) do Explorer - a apresentação das janelas pode variar bastante, conforme as opções de View (Vistas) que escolhermos. Na barra de ferramentas procure o símbolo assinalado à direita. A vista de Detalhes é a que melhor serve para seguir este exemplo, pois mostra-nos todos os dados referentes a cada ficheiro. 

As Extensões - os ficheiros são quase sempre referenciados por nome e extensão, separados por um ponto (ex: totoloto.exe). 

A extensão serve essencialmente para identificar o tipo de ficheiro: .exe refere-se a um programa executável (aplicação), .doc será seguramente um documento do Winword, .pps é uma apresentação de Powerpoint, etc. Mas o Explorador do Windows tem uma opção de Hide file extensions for known files (Esconder extensões de ficheiros conhecidos) e então só veremos o nome da maior parte dos ficheiros, e mais à frente uma descrição! É uma opção de vantagens discutíveis, quanto a mim, e ainda por cima não está tão visível como isso. Mas se prefere, como eu, ver sempre as extensões dos ficheiros, vá a Tools / Folder Options / View (Ferramentas / Opções de pastas / Ver) e encontrará algo como essa imagem à direita. Se estiver lá um visto, tire-o, dizendo-lhe assim para não esconder... 

A diferença entre ver ou não ver as extensões está nestas duas imagens:


 

3. Abrir um pacote .zip

Dando dois cliques rápidos no ficheiro .zip que está a ver em cima, fará iniciar o programa Winzip e mostrar-lhe o seu conteúdo:

 

Repare que neste caso, dentro do Totoloto.zip existe apenas um ficheiro, o Totoloto.exe. Mas repare também que o tamanho original do executável era de 135.168 bytes e ficou reduzido a... 33.543! Fantástico, não é? Pois, mas preste muita atenção ao seguinte: 

Alguns dos ficheiros contidos num .zip são imediatamente utilizáveis. Por exemplo, se der dois cliques sobre um qqcoisa.doc, abrirá imediatamente o Winword e mostrar-lhe-á o conteúdo do documento qqcoisa; se lá estiver uma foto.jpg ou foto.gif, o duplo-clique fará abrir o programa de edição de imagens do seu computador, que lhe mostrará imediatamente essa tal foto...

E um executável, um qqcoisa.exe? DEPENDE! Isso mesmo, depende do que esse programa está preparado para fazer. Se for para funcionar sozinho, sem mais ficheiros (por exemplo o Calc.exe, a calculadora que vem com o Windows), pode ser executado mesmo a partir dali, da janela do Winzip. Mas o Totoloto.exe do nosso exemplo só funciona se estiver junto dele o TotoHist.log (o ficheiro histórico das chaves). Se fizer ali duplo-clique, receberá uma mensagem de erro. E mesmo que o tal histórico estivesse também ali, condensado, não resolvia nada: os dois ficheiros têm de estar juntos numa pasta qualquer e no seu estado natural, quer dizer, não condensados. Ou seja, é preciso extraí-lo(s) dali.

 

4. Extrair ficheiros dum pacote .zip

Repare na figura anterior, na janela do programa Winzip: entre os vários comandos há um para Extract. Clicando nele, aparecerá esta janela:

 

Diga ao programa onde quer colocar os ficheiros (escolha a pasta naquela árvore à direita), se os quer todos ou apenas os que seleccionar, e outras opções mais ou menos intuitivas, e depois no botão Extract. É tudo.

 

5. Confirmar os resultados duma extracção

Voltando a usar o Windows Explorer, pode ver que, na pasta onde só tínhamos um ficheiro Totoloto.zip de 33 KB, temos agora também o Totoloto.exe de 132 KB...

 

O Totoloto.zip agora já não está ali a fazer nada e pode ser apagado. O Totoloto.exe é que está pronto a funcionar (repare apenas que, como foi dito atrás, precisa de ter lá também o TotoHist.log - mas isso é neste caso!)

 

6. Comprimir um ou vários ficheiros em um único pacote .zip

- Usando o Explorador do Windows, visualize a pasta onde está o ficheiro ou ficheiros a reunir.  
- Seleccione o/s ficheiro/s (clique num, segure o Ctrl e clique noutro, etc.)

 

- Com o rato em cima de um dos ficheiros seleccionados, clique o botão 2 (botão direito) e verá um "menu de contexto" semelhante a este:

- Escolhendo Add to Zip (adicionar), aparece esta caixa:

- Aqui diga qual a pasta onde quer pôr o pacote (pode não ser a dos ficheiros originais) e o nome do arquivo, isto é, do pacote .zip que quer criar. Há ainda mais umas quantas opções mas normalmente não é preciso alterar nada.

- Clique em Add (adicionar) e é tudo! 
Posso dizer-lhe que neste exemplo, o ficheiro Totol.zip ficou com apenas 50 KB, enquanto que os dois ficheiros originais somam 192 KB!

 
Se quiser escrever-me, pode usar este e-mail